PL filia ex-vereador Peterson Crippa

Crippa atualmente é pré-candidato a prefeito de Laguna. Com a filiação ao PL, ele chega ao quarto partido de sua carreira política.
Divulgação/PL

O ex-vereador Peterson Crippa, o Preto, confirmou as especulações e assinou ficha de filiação ao Partido Liberal (PL). O ato aconteceu na sede estadual da legenda, em Florianópolis, com a presença do governador Jorginho Mello e do deputado estadual e ex-chefe da Casa Civil, Estêner Soratto Junior.

Crippa atualmente é pré-candidato a prefeito de Laguna. Com a filiação ao PL, ele chega ao quarto partido de sua carreira política. “As recentes polêmicas da atual gestão só confirmaram ainda mais a minha vontade de ser pré-candidato a prefeito de Laguna agora em 2024. Aceitei o convite do deputado Soratto de estar com ele no PL, pois sei que possui acesso às ferramentas importantes para consertarmos os problemas da cidade”, disse o novo filiado.

“O partido vem crescendo em toda Santa Catarina, e não é diferente na Amurel. Estamos nos organizando para levar nossos valores para as gestões municipais”, avalia Mello. Além do lagunense, o PL também filiou Gilberto Heinzen, que é pré-candidato em Imaruí.

Preto Crippa

Lagunense, ele disputou três eleições para vereador: 2008 (pelo antigo PRB) e 2012 e 2016, quando foi eleito, sendo as duas últimos pelo PP. Em 2020, migrou para o extinto DEM (atual União Brasil) e concorreu a prefeito, sendo o terceiro mais votado com pouco mais de 5 mil votos. Deixou o partido antes da fusão com o PSL em 2021 e em 2022 voltou para o Progressistas.

Empresário e jornalista, Preto foi proprietário do quinzenário Página Dez e secretário-adjunto de Turismo e Lazer entre 2009 e 2010 no segundo mandato de Célio Antônio (PT) e de Planejamento, Urbanismo e Habitação entre 2013 e 2014, no governo de Everaldo dos Santos (MDB).

Também foi um dos fundadores do Núcleo Jovem Empreendedor da Acil e um dos reativadores da Associação de Hotéis do Mar Grosso. Apesar de estar no PP, mantém conversas com o PL para uma possível candidatura em outubro. Foi um dos investigados na Operação Seival 2, em setembro de 2020, mas a Justiça retirou as acusações e trancou as investigações meses depois por inépcia, ou seja, ausência de elementos essenciais para a configuração de crime.