‘São obras que faremos em nosso governo ou pelo menos dar o start’, diz governador sobre Pontal

Moisés manteve a previsão já informada pelo secretário Thiago Vieira, da Infraestrutura e Mobilidade, de que a licitação para fazer a obra possa sair entre o final deste ano e o primeiro semestre de 2022, quando começa o período de imobilidade do governo, devido às eleições gerais.
Foto: Elvis Palma/Agora Laguna
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Durante sua primeira visita à Festa de Santo Antônio como governador do Estado, Carlos Moisés (PSL), sustentou, no sábado, 12, a garantia de que a Ponte do Pontal e a rodovia Ageu Medeiros, que conecta Laguna á Tubarão, serão obras iniciadas durante o seu mandato.

“São obras muito grandes. A Ageu Medeiros é uma obra para R$ 70 milhões e a Ponte do Pontal, nós ainda não temos o valor”, reconheceu Moisés, em entrevista à imprensa. “Fizemos uma licitação e a empresa vencedora está fazendo dois projetos: um é o da Ponte do Pontal, na mesma licitação, e outro é o de acesso à Laguna, estaremos remodelando como será o acesso”, disse, em menção à planta de engenharia rodoviária para a ligação do núcleo urbano à rodovia SC-100.

Moisés manteve a previsão já informada pelo secretário Thiago Vieira, da Infraestrutura e Mobilidade, de que a licitação para fazer a obra possa sair entre o final deste ano e o primeiro semestre de 2022, quando começa o período de imobilidade do governo, devido às eleições gerais. “Ficando pronto o projeto, são obras que faremos em nosso governo ou pelo menos dar o start, o pontapé inicial para começarmos”.

Chuva

Na última sexta-feira, 11, acompanhado do prefeito Samir Ahmad (PSL) e do chefe da Defesa Civil catarinense, David Busarello, o governador esteve sobrevoando Laguna, para conferir a situação das áreas atingidas pela chuva de 9 de junho. Questionado sobre a possibilidade de recursos para a cidade, o chefe do Executivo lembrou que são necessários os relatórios de danos, para avaliação pelos órgãos responsáveis.

“É feito o levantamento de danos para fim de homologar e facilitar a tarefa de reconstrução. Inicialmente, a gente faz o aporte de recursos e bens para que possamos socorrer as pessoas com ajudas humanitárias e aí vem o período de reconstrução de danos, que, se muito bem fundamentado, deve ter o aporte”, explicou.

Mudança de partidos

Moisés também foi questionado se fica ou não no PSL para a eleição de 2022. “Ainda estou no PSL e não tenho discutido isso com as pessoas que me orientam na política, até porque estou focado na gestão”, desconversou. “Há obras em todos os cantinhos de Santa Catarina se você for para o Oeste ou para o Sul [verá] […] Meu foco é gestão, a questão política vai ficando para depois, mas é óbvio que vamos discuti-la”.

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