Prevenção em dicas: Pagamento via aplicativo

Segundo dados do Banco Central, em 2021 tivemos cerca de 200 bilhões de reais sendo transferidos entre contas, via Pix (Jenne, 2021).
Ilustração: Evilym Lima/Editoria de Arte
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A tão sonhada tecnologia chegou, mais forte e rápida, e está literalmente na palma de nossas mãos e, também está sendo bastante útil em nossas tarefas do dia a dia. Mas devemos lembrar que teremos problemas com ela, já que onde há relações humanas, teremos situações para resolver.

Estamos dentro da pandemia Covid-19 e esse fato histórico mundial acelerou ainda mais o uso de tecnologias, tais como as reuniões online e o uso de aplicativos para pagamentos instantâneos. Afinal, ir num banco, estar numa fila, aglomerações, etc. é um tanto quanto desconfortável e até perigoso [para muitos], tanto pela saúde quanto pela nossa segurança como um todo!

É fato, que não podemos voltar mais ao que era antes e isso requer de nós certos cuidados e atenção para viver em Segurança e Equilíbrio nesse “novo normal”.

Neste artigo, quero chamar atenção, de você leitor, quanto ao uso de aplicativo de pagamento, principalmente com o uso do Pix (forma de pagamento via aplicativo e virtual em pleno crescimento), que está em alta no mercado online e físico também. Vimos nos noticiários diariamente que várias pessoas estão sendo “furtadas” de forma virtual. Esse é o “preço” do uso da tecnologia de forma não muito segura. Como dizia Steve Jobs: “a tecnologia move o mundo” e não temos mais escolha – ela veio para ficar!

Segundo dados do Banco Central, em 2021 tivemos cerca de 200 bilhões de reais sendo transferidos entre contas, via Pix (Jenne, 2021).

E quais as DICAS que posso compartilhar com vocês para se prevenirem desses crimes?

  1. SENHAS: tenha a noção que com um mundo virtual, uso de hacker, vírus, etc. pode-se obter o acesso de forma mais fácil aos smartfones e computadores, por isso, faça senhas difíceis, com uso de letras, números e símbolos. Evite senhas com datas de aniversário! Evite também passar seus dados via aplicativos de mensagens (WhatsApp, Instagram, Telegram, etc.);
  2. PAGAMENTO: a chave para pagamento deve ser verificada acompanhado do nome da pessoa que receberá os valores. Há casos [crimes] em que a chave de pagamento é diferente do titular da conta, e isso é uma fraude que gera problemas futuros, para ambas as partes;
  3. VALORES: não mostre seu saldo publicamente. Evite mostrar valores pois isso é atrativo para a ação de bandidos, tanto os que agem de forma online quanto física! Mesma regra para suas redes sociais: geralmente golpistas utilizam seus dados públicos para aplicar golpes [sequestro relâmpago é um deles];
  4. COMPROVANTE: toda transação bancária deve ser registrada e os documentos oriundos desse procedimento bancário devem ser guardados para eventuais correções ou pesquisas. Hoje há a possibilidade de guardar esses documentos de forma virtual, em arquivo .pdf ou .png (foto);
  5. ATUALIZAÇÃO: seu aplicativo é de um banco e toda atualização deve ser feita na agência correspondente. Nunca repasse informações por telefone e para terceiros;
  6. CANAIS: não responda e-mail, mensagens diversas relacionadas a cadastro de contas. Use somente as redes sociais oficiais – pergunte na sua agência sobre isso!

Se você foi vítima de algum crime do tipo “phising” (crime cibernético), procure imediatamente uma Delegacia de Polícia Civil e registre o fato; entre em contato com seu gerente bancário para que faça bloqueio dos pagamentos relacionados com a sua conta!

Se tiver mais alguma dúvida, favor entrar em contato conosco, via WhatsApp (48 99969-7221) ou via Instagram (@eng.evandrofarias).

Os artigos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Agora Laguna.

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