Vazio sanitário do maracujá inicia em julho

Intenção do vazio é evitar a proliferação do vírus do endurecimento do fruto. A doença é disseminada por pulgões e faz com que o pomar produza frutos mais duros, deformados, sem brilho e com menos polpa.
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O período de vazio sanitário para os pomares do maracujá-azedo começa no próximo dia 11 para Laguna e Pescaria Brava.

Nesse intervalo, produtores devem eliminar todas as plantas de acordo com o calendário definido pela Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc).

A intenção do vazio é evitar a proliferação do vírus do endurecimento do fruto. A doença é disseminada por pulgões e faz com que o pomar produza frutos mais duros, deformados, sem brilho e com menos polpa.

A transmissão do vírus ocorre de forma rápida. Conforme a Cidasc, nesse período é proibido cultivar ou implantar pomar de maracujá-azedo, manter ou permitir, em campo, a presença de plantas vivas em qualquer fase de desenvolvimento. A medida vale tanto para pomares comerciais quanto para cultivos caseiros ou urbanos. O cultivo de mudas pode ser mantido nesse período, desde que atenda aos critérios estabelecidos pela companhia.