O Tribunal de Justiça (TJ) de Santa Catarina vai decidir, no próximo dia 13, se aceita as denúncias do Ministério Público (MP), contra os prefeitos afastados Deyvisonn de Souza (MDB), de Pescaria Brava, e Luiz Henrique Saliba (PP), de Papanduva. Os dois estão presos desde 6 de dezembro, ainda como reflexo da primeira fase da Operação Mensageiro.
Souza, que está em seu segundo mandato de prefeito, teve negado há cerca de um mês um novo pedido de habeas corpus pelo TJ catarinense e a defesa reformula a petição feita ao Superior Tribunal de Justiça, em Brasília (DF), onde tenta conseguir a liberdade. Se a denúncia do MP fora aceita, o político se torna réu.
Na segunda-feira, 3, o STJ negou habeas corpus ao prefeito afastado de Tubarão, Joares Ponticelli (PP), que também segue preso. Além dele e do prefeito de Pescaria Brava, estão presos os prefeitos Vicente Corrêa (PL, de Capivari de Baixo), Marlon Neuber (PL, de Itapoá), Antônio Rodrigues (PP, de Balneário Barra do Sul), Luiz Henrique Saliba (PP, de Balneário Barra do Sul), além de Caio Tokarski (União), vice-prefeito de Tubarão, e outros agentes políticos e empresariais.