Nesta semana, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) divulgou os resultados do Prêmio Rodrigo de Melo. Em sua 35ª edição, a premiação buscou valorizar ações que tenham relação com a preservação e promoção do patrimônio cultural brasileiro. Entre os selecionados na final, está um projeto desenvolvido a partir de Laguna, que busca fomentar a preservação da pesca artesanal com auxílio dos botos.
A “Rede de ações e interconexões: pesca artesanal colaborativa com botos e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)” foi defendida por Wellington Linhares e foi premiada em terceiro lugar, recebendo R$ 20 mil como incentivo à continuidade da ação.
“Muita alegria. Sentimento de reconhecimento que veio de um órgão, através de pessoas que avaliaram com critérios técnicos e entenderam a afetividade das ações”, comenta o proponente. “Já estamos planejando novas ações para 2023 e espero, sinceramente, que as gestões ambientais, culturais e turísticas de Laguna olhem com atenção à essa vitrine que tivemos com o prêmio. Vamos acreditar em um futuro promissor”.
O Prêmio Rodrigo de 2022 teve como tema a “Sustentabilidade Socioeconômica do Patrimônio Cultural”. Os demais premiados foram:
- 1º lugar: projeto Catarina Guató – sabedorias compartilhadas, de Corumbá (MS)
- 2º lugar: Txemim Puri – promoção, registro e preservação da história, língua e cultura indígena puri, de Mairiporã (SP)
- 4º lugar: A tradição oleira dos Tapajó, produzir para não esquecer, de Santarém (PA).
- 5º lugar: Cocos de Alagoas, de Maceió (AL).
