Vacina em crianças será sem prescrição médica e com intervalo de oito semanas

A vacinação será em ordem decrescente de idade, começa pelos mais velhos e vai para os mais novos. Portadores de comorbidade ou deficiência permanente e crianças quilombolas e indígenas têm prioridade na fila da vacina.
Divulgação/PMPB

O governo federal recuou e não vai exigir a prescrição médica como condição para que crianças de 5 a 11 anos recebam a vacina contra o novo coronavírus, num intervalo de oito meses entre cada dose. O anúncio foi feito pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, em coletiva de imprensa, nesta quarta-feira, 5.

A previsão é que ainda este mês o Brasil receba 3,7 milhões de doses pediátricas da Pfizer para iniciar a vacinação nesse público-alvo. A data inicialmente prevista é 13 de janeiro e se o cronograma for cumprido, as doses serão enviadas no dia seguinte para os estados, que a partir daí distribuiriam para as cidades.

A vacinação será em ordem decrescente de idade, começa pelos mais velhos e vai para os mais novos. Portadores de comorbidades ou deficiência permanente e crianças quilombolas e indígenas têm prioridade na fila da vacina.

Não haverá necessidade de autorização por escrito, se os pais ou responsáveis acompanharem a criança na hora da imunização. Mesmo sem pedir a receita médica, o Ministério da Saúde orientou pais a “procurem a recomendação prévia de um médico antes da imunização”.