Orientar & Fiscalizar: 13 de dezembro – Dia do Marinheiro

Em nossa história, garantir os interesses nacionais no mar e águas interiores, proteger nossas águas e cuidar da nossa gente sempre foram pilares basais da nossa marinha.
Editoria de arte/DelLaguna

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Desde o descobrimento, a história do Brasil está entrelaçada ao mar. Pelos espaços marítimos chegaram não só os colonizadores portugueses como também tantos outros povos que ajudaram a compor nossa identidade nacional, além disso, foi nele também escrita a história da consolidação da independência e da defesa de nossas fronteiras e, é por onde, hoje, trafegam cerca de 95% das exportações nacionais.

Em nossa história, garantir os interesses nacionais no mar e águas interiores, proteger nossas águas e cuidar da nossa gente sempre foram pilares basais da nossa marinha.

As lides marinheiras exigem grande tenacidade, garra, abdicação e profissionalismo, características estas que marcam profundamente a personalidade de nossos marinheiros, que diuturnamente trabalham em prol da nossa soberania e na garantia da paz em nossa sociedade.

Embora nossa história naval seja repleta de êxitos e nossa marinha, invicta, muitos de nossos homens fizeram o sacrifício final e tombaram no cumprindo seus deveres como brasileiros.

Almirante Tamandaré. Divulgação

Honrar e cultuar seus heróis, conhecidos e anônimos, é dever de toda nação civilizada, e na a justa homenagem a todos esses que se sacrificaram impedindo que nosso sagrado pavilhão auriverde fosse arriado dos mastros de nossos navios pelas mãos do inimigo, escolheu-se a data de 13 de dezembro como o “Dia do Marinheiro”, por ser a data de nascimento do patrono da Marinha do Brasil, Almirante Joaquim Marques de Lisboa, o “Almirante Tamandaré”.

Herói nacional, experimentado desde cedo nas lides marinheiras, quando com 18 anos participou das guerras de independência a bordo da Fragata Amazonas, quando esta realizava perseguição à frota portuguesa, Almirante Tamandaré dedicou 66 anos de sua vida à marinha e ao Brasil, onde sua atuação na consolidação e garantia da união nacional se destacaram quando atuou no controle das insurreições do período regencial e no comando das tropas da Tríplice Aliança na Guerra do Paraguai.

SerenidadeAções preventivas, individuais e coletivas, para neutralizar os efeitos do vírus, evitando informações que não conduzam à solução.

FirmezaDecisões assertivas, mantendo a máxima capacidade operativa para cumprir a missão e atuar em prol da sociedade.

Atenção!!

Ao observar alguma situação que represente risco para a segurança da navegação, para a salvaguarda da vida humana no mar ou para a prevenção da poluição hídrica, procure a Capitania dos Portos, Delegacia ou Agência mais próxima de sua região clicando aqui.

Telefone emergencial da Marinha: 185

Pelo Ato nº 881, de 18 de fevereiro de 2008 da Anatel, foi autorizado o uso do Código de Acesso a Serviço Público de Emergência no formato “185”, para atendimento nos serviços prestados pela Marinha do Brasil, para atendimento da salvaguarda da vida humana no mar, com a designação de “Marinha – Emergências Marítimas e Fluviais”.

Contato:
Delegacia da Capitania dos Portos em Laguna.
Telefone: (48) 3644-0196
Email: dellaguna.ouvidoria@marinha.mil.br.

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