Saúde define novos regramentos para futebol amador, jiu-jítsu, esporte educacional e outros

Para a volta das competições, é levada em consideração a matriz de risco regional para o novo coronavírus. Em todos os níveis de risco, além dos limites máximos previstos por porcentagem, o público não deve exceder o limite de 500 pessoas. Para uma ocupação maior, a organização do evento deverá submeter um Plano de Contingência específico para avaliação.
Foto: Divulgação/DME
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Novas medidas sanitárias para permitir a retomada de competições, treinamentos, práticas e retorno de público em competições esportivas públicas ou privadas amadoras foram definidas, nesta terça-feira, 14. As diretrizes compõem portaria conjunta entre a Secretaria de Estado da Saúde e a Fundação Catarinense de Esporte (Fesporte).

A portaria é dividida entre:

  • Esporte de rendimento: prática desportiva nacional ou internacional com a finalidade de obter resultados e integrar pessoas e comunidades de um país e deste com outras nações, podendo ser realizada em nível de competição ou treinamento tanto em ambiente fechado (indoor) ou aberto (outdoor);
  • Esporte de participação e lazer: prática desportiva desenvolvida de forma voluntária, contribuindo na promoção da saúde, na integração social dos praticantes, podendo ser realizada em nível de competição ou prática tanto em ambiente fechado (indoor) ou aberto (outdoor);
  • Esporte educacional – Trata-se de prática desportiva realizada nos sistemas de ensino e em formas assistemáticas de educação com a finalidade de alcançar o desenvolvimento integral do indivíduo, podendo ser realizada em nível de competição ou treinamento tanto em ambiente fechado (indoor) ou aberto (outdoor).

São consideradas modalidades individuais sem contato direto: atletismo, canoagem, ginástica, surf, skate, tênis, beach tênis, entre outros. As modalidades individuais com contato direto englobam o boxe, a capoeira, o jiu-jitsu, o judô, o muay thai, MMA e afins. As coletivas com pouco contato dizem respeito a beach tênis em dupla, remo, vela, etc. Já a modalidade coletiva com contato intenso aponta o basquetebol, o voleibol, o futebol amador, futsal. As práticas, conforme a portaria, são divididas em dois ambientes: o outdoor (ambiente descoberto) e indoor (ambiente fechado e com paredes que limitam a circulação do ar).

Para a volta das competições, é levada em consideração a matriz de risco regional para o novo coronavírus. Em todos os níveis de risco, além dos limites máximos previstos por porcentagem, o público não deve exceder o limite de 500 pessoas. Para uma ocupação maior, a organização do evento deverá submeter um Plano de Contingência específico para avaliação.

Os organizadores também devem atualizar e monitorar ações de contingenciamento, como fluxos de entrada e saída, medidas para situações de urgência e emergência, manutenção de distanciamento social, entre outros. Veja a portaria nº 1016 na íntegra, aqui.

Segundo a portaria, as competições e os eventos esportivos da iniciativa privada ainda devem observar critérios de rastreabilidade e inquérito epidemiológico, bem como realizar testes rápidos com pesquisa de antígeno Covid-19 em até 24h antes das partidas. Distanciamento, máscara e cadeiras numeradas são princípios básicos sanitários também ressaltados pela normativa.

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