Reforma e revitalização do antigo complexo ferroviário devem ser entregues em dezembro, prevê Iphan

Projeto prevê que sejam erguidos um anexo para sanitários, área de serviços, depósito e a restauração dos prédios da Estação Ferroviária e do Armazém de Cargas. Há o desejo de se implantar um parque no local para uso da comunidade.
Foto: Elvis Palma/Agora Laguna
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Inicialmente previstas para serem entregues em setembro de 2020, as obras de restauração e revitalização da estrutura do complexo ferroviário do Campo de Fora ganharam nova previsão. Agora, a ideia é ter todos os trabalhos concluídos até dezembro de 2021, quando finda o contrato com a empresa executora do serviço.

O custo está orçado em cerca de R$ 3 milhões, recursos do Fundo Direitos Difusos (FDD; entenda abaixo). Com o ritmo das obras lento, o Portal Agora Laguna buscou posicionamento do Escritório Técnico do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Etec-Iphan) para detalhar o andamento dos trabalhos.

De acordo com a chefe do Etec, Ana Paula Cittadin, o compasso desacelerou devido à espera por um aditivo para serviços. “A obra não está parada. Só diminuímos o ritmo pois estamos aguardando liberação de um aditivo para fazer alguns serviços de paisagismo que não estavam previstos”, explica. Nos próximos dias, a placa que informa o prazo de conclusão da obra será retificada para constar a nova previsão.

O projeto prevê que sejam erguidos um anexo para sanitários, área de serviços, depósito e a restauração dos prédios da Estação Ferroviária e do Armazém de Cargas. Há o desejo de se implantar um parque no local para uso da comunidade.

A estrutura tem duas edificações: a antiga estação de passageiros e o galpão das oficinas. A linha ferroviária neste trecho está desativada desde a década de 1970 e os trilhos foram removidos, permanecendo apenas as edificações, onde se destaca a antiga estação por seu projeto arquitetônico que tem influência do estilo art déco.

Sobre o Fundo de Defesa dos Direitos Difusos

O FDD é um fundo de natureza contábil, vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública. Criado em 1988, ele surgiu para gerir os recursos procedentes de situações como multas de condenações judiciais e danos ao consumidor. Eles financiam projetos de órgãos públicos e entidades civis que visem a reparação dos danos causados ao meio ambiente, ao consumidor, a bens e direitos de valor artístico, estético, histórico, turístico, paisagístico, por infração à ordem econômica e a outros interesses difusos e coletivos.

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