Lançada licitação para desassorear Barra do Camacho

Para realizar a licitação, foi elaborado um projeto em parceria com a Associação dos Municípios da Região de Laguna (Amurel).
Divulgação
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Alvo de muita preocupação durante o primeiro semestre deste ano, a Barra do Camacho passará por obras de desassoreamento novamente. A prefeitura de Jaguaruna lançou, nesta quinta-feira, 12, a licitação para contratar empresa especializada para realizar o serviço.

Um convênio com o governo do Estado repassou pouco mais de R$ 10 milhões para a prefeitura fazer o enrocamento e o desassoreamento. O canal chegou a ficar sem conexão com o mar, o que provocou cenas de peixes mortos na areia.

Estimativas da prefeitura de Jaguaruna apontam que 1,2 mil famílias são afetadas de forma direta pelos prejuízos causados pela falta de água no canal. Por conta própria, em junho, o município fez obras de desassoreamento, mas o local voltou a sofrer com a presença da areia.

Para realizar a licitação, foi elaborado um projeto em parceria com a Associação dos Municípios da Região de Laguna (Amurel). A obra vai levar aproximadamente um ano para ser concluída. Cerca de 200 metros cúbicos de areia deverão ser retirados. Além disso, serão feitas barreiras de pedras dos dois lados do canal da lagoa até o mar.

As empresas devem encaminhar os documentos até as 8h30 do dia 20 de setembro de 2021, data que será feita a abertura dos envelopes para definir a executante. O edital está dividido em dois lotes: dragagem no valor de R$ 4.983.301,09 e o enrocamento, orçado em pouco mais de R$ 5.036.836,72.

Entenda

O desassoreamento é a remoção de areia, lodo e outros sedimentos do fundo do leito do canal, causados por ações humanas ou pelo desbarrancamento de terra decorrentes de fenômenos naturais. Em torno de R$ 4,5 milhões vão ser usados.

Já o enrocamento, consiste na colocação de um conjunto de blocos de pedra ou de outro material (como cimento), lançados uns sobre os outros dentro da água para servir como lastro para fundação de obra hidráulica ou para servir, quando usado à superfície ou muito extenso, como quebra-mar ou proteção contra a erosão das ondas. Para esse serviço, devem ser aplicados R$ 5 milhões.

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