Três são presos por suspeita de associação criminosa, em Pescaria Brava

‘Operação Éris’ encerrou com a coleta de outros elementos de informação e apreensão de 23g de substância semelhante a cocaína, fracionadas em 39 petecas, e 94g de substância semelhante a maconha, fracionadas em 24 buchas.
Divulgação/PC-SC
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Três pessoas foram presas acusadas de envolvimento com uma associação criminosa originada no Rio Grande do Sul. As capturas ocorreram, nesta terça-feira, 6, nos bairros de Laranjeiras e Ponta de Laranjeiras, em Pescaria Brava.

A operação é resultado de uma tentativa de homicídio registrada em fevereiro deste ano. Um dos integrantes quase foi morto após se desentender com um terceiro envolvido. Membros da associação, ao tomarem conhecimento, invadiram a casa do autor do fato e atearam fogo nos pertences dele.

Nas investigações conduzidas pela Polícia Civil, as informações colhidas pela Polícia Militar de Pescaria Brava foram cruzadas com as apurações da Polícia Rodoviária Federal, e apontaram para possíveis participantes de uma organização criminosa gaúcha, estabelecida na cidade. Eles utilizavam armas de fogo como formas de amedrontar a população local.

Com base nisso, o delegado titular das investigações, William Testoni, representou pelo pedido de prisão temporária dos três suspeitos, internação provisória de um adolescente envolvido e mais sete ordens de busca e apreensão. Todos os mandados foram deferidos pela Justiça de Laguna.

A ‘Operação Éris’ encerrou com a coleta de outros elementos de informação e apreensão de 23g de substância semelhante a cocaína, fracionadas em 39 petecas, e 94g de substância semelhante a maconha, fracionadas em 24 buchas.

Os trabalhos envolveram policiais civis das delegacias da Mulher de Pescaria Brava e Sangão; Divisão de Investigação Criminal de Laguna; Delegacia de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e ao Idoso de Laguna; e das delegacias de Garopaba, Imaruí, Imbituba e Jaguaruna. Houve apoio da PRF e da PM, além do Saer Sul e Núcleo de Operações do Caes, da Polícia Civil catarinense.

Divulgação/PC-SC

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