Orientar & Fiscalizar: 5 de junho – Dia Mundial do Meio Ambiente

Equipamentos de pesca abandonados nos oceanos custam a vida de animais marinhos.
Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on email
Share on telegram

 918 visualizações,  4 views today

Pelo menos 640.000 toneladas de equipamentos de pesca (redes de emalhar e de arrasto, varas, linhas, anzóis, espinhéis, armadilhas de covos, potes, entre outros) são abandonados, perdidos ou descartados nos oceanos a cada ano. Esses equipamentos acabam aprisionando e mutilando milhões de animais marinhos, incluindo espécies ameaçadas de baleias, focas, tartarugas, peixes e crustáceos.

O fenômeno é conhecido como “Pesca Fantasma” e, na maioria dos casos, traz uma morte lenta e dolorida por afogamento, sufocamento ou estrangulamento, ou causa lacerações, infecções e danos que interferem no comportamento e na capacidade dos animais de evitar predadores. Estes materiais realizam pesca fantasma até se tornarem inativos por degradação, grande exposição ao sol, atrito ou salinidade, o que pode demorar centenas ou até milhares de anos para ocorrer.

Vale lembrar que mesmo após inativos, os petrechos continuam liberando microplásticos e componentes químicos no ambiente marinho, contaminando o fundo oceânico, a água e os organismos aquáticos.

Apesar da pesca fantasma ser um problema complexo, a sua solução é possível, mas depende do envolvimento amplo da sociedade, em especial da indústria de pesca e demais atores que realizam a pesca, como pescadores tradicionais e amadores.

Exemplos de ações possíveis são: gestão responsável dos petrechos de pesca; desenvolvimento e capacitação de funcionários e fornecedores; adoção de políticas de logística reversa e economia circular; investimento em transparência, processos de auditoria e relatórios anuais de sustentabilidade corporativa; utilização de equipamentos de pesca produzidos a partir de materiais biodegradáveis, utilização de petrechos com marcação e rastreabilidade, dentre outras.

Fonte: World Animal Protection

Serenidade: Ações preventivas, individuais e coletivas, para neutralizar os efeitos do vírus, evitando informações que não conduzam à solução.

Firmeza: Decisões assertivas, mantendo a máxima capacidade operativa para cumprir a missão e atuar em prol da sociedade.

Atenção!!

Ao observar alguma situação que represente risco para a segurança da navegação, para a salvaguarda da vida humana no mar ou para a prevenção da poluição hídrica, procure a Capitania dos Portos, Delegacia ou Agência mais próxima de sua região clicando aqui.

Telefone emergencial da Marinha: 185

Pelo Ato nº 881, de 18 de fevereiro de 2008 da Anatel, foi autorizado o uso do Código de Acesso a Serviço Público de Emergência no formato “185”, para atendimento nos serviços prestados pela Marinha do Brasil, para atendimento da salvaguarda da vida humana no mar, com a designação de “Marinha – Emergências Marítimas e Fluviais”.

Contato:
Delegacia da Capitania dos Portos em Laguna.
Telefone: (48) 3644-0196
Email: [email protected]

Os artigos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Agora Laguna.

Previous
Next

Útimas Notícias

Previous
Next