Região da Amurel volta para nível gravíssimo

Das 16 regiões de saúde, somente a Grande Florianópolis permaneceu no nível grave. Laguna, Médio Vale do Itajaí e Oeste apresentaram aumento no risco para a doença e, segundo a cientista de dados Bianca Vieira, isso foi motivado pelo aumento no número de casos entre as semanas, que é medido pelo índice de transmissibilidade.
Divulgação/SES/Secom-SC
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Uma semana após ter sido classificada como em nível grave para o novo coronavírus (cor laranja), a região da Amurel voltou para o patamar gravíssimo (cor vermelha). A situação foi exposta no novo mapa de risco do governo do Estado, divulgado neste sábado, 1º.

Das 16 regiões de saúde, somente a Grande Florianópolis permaneceu no nível grave. Laguna, Médio Vale do Itajaí e Oeste apresentaram aumento no risco para a doença e, segundo a cientista de dados Bianca Vieira, isso foi motivado pelo aumento no número de casos entre as semanas, que é medido pelo índice de transmissibilidade.

Já o Alto Uruguai Catarinense, Meio Oeste e Planalto Norte são as regiões que apresentam condições mais críticas. As localidades tiveram nota máxima em todos os índices analisados pela matriz, sendo eles: evento sentinela (elevação do número de óbitos); transmissibilidade (variação do número de casos); monitoramento (número de exames RT-PCR para Covid-19 processados pelo Lacen) e capacidade de atenção (ocupação dos leitos de UTI).

Ainda segundo o governo catarinense, os dados seguem apontando uma elevada ocupação dos leitos de UTI. Apenas a região da Grande Florianópolis possui uma taxa abaixo dos 80%, todas as outras encontram-se com ocupações acima dos 90%.

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