Desassoreamento da Barra do Camacho requer R$ 4,6 milhões, segundo projeto da Amurel

O desassoreamento, retirada de areias e sedimentos do canal, é uma necessidade da comunidade pesqueira local e impacta na economia de Laguna e Jaguaruna. "A sobrevivência depende da barra aberta, sendo que as lagoas que contemplam a região precisam de oxigenação e assim ter a migração e reprodução das espécies marinhas", manifestou a presidente da União das Associações de Pesca da Ilha (Uapi), Maria Aparecida Ramos, em um documento entregue à governadora em exercício Daniela Reinehr (sem partido). 
Foto: Juliana Biz
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O projeto elaborado pela equipe técnica da Associação dos Municípios da Região de Laguna (Amurel) para o desassoreamento da Barra do Camacho, entre os municípios de Laguna e Jaguaruna, está orçado em R$ 4,6 milhões. A planta vai passar por análise do Governo de Santa Catarina, que já recebeu sinalização de investimento de R$ 1,5 milhão do governo federal para a obra.

O desassoreamento, retirada de areias e sedimentos do canal, é uma necessidade da comunidade pesqueira local e impacta na economia de Laguna e Jaguaruna. “A sobrevivência depende da barra aberta, sendo que as lagoas que contemplam a região precisam de oxigenação e assim ter a migração e reprodução das espécies marinhas”, manifestou a presidente da União das Associações de Pesca da Ilha (Uapi), Maria Aparecida Ramos, em um documento entregue à governadora em exercício Daniela Reinehr (sem partido).

Na quinta-feira, Daniela, deputados estaduais e federais, prefeitos e secretários do governo catarinense estiveram na localidade, conhecendo a realidade. A governadora garantiu que o Estado buscará fontes de recursos para atender as demandas emergenciais e contínuas do local. “Vamos focar nossos esforços para atender essas demandas. Reconhecemos a necessidade emergencial e a oportunidade de unir esforços para planejar um futuro adequado e condizente com o potencial da região”, disse.

A intenção é que a obra seja feita ainda este ano. “O compromisso é para que a obra do Camacho seja concluída o mais breve possível e com isso melhorar a atividade econômica, pesqueira e a segurança das pessoas”, frisou Daniela.