Colégio Militar começará ano letivo em prédio restaurado e ampliado

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Reformado e ampliado, o prédio centenário que abrigou a escola Jerônimo Coelho vai entrar em fevereiro acolhendo os alunos do Colégio Militar de Laguna. As obras foram iniciadas em 2018 e a previsão é concluí-las no final deste mês para que possa ser preparado para as aulas.

A estrutura foi ampliada e ganhou novas salas e uma quadra coberta para uso nas aulas de educação física e outras atividades. Por ser um prédio histórico, a obra teve acompanhamento do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para que não houvesse descaracterização da estrutura original.

“As aulas começarão no novo prédio. Quem passa pela frente já vê os detalhes sendo finalizados, inclusive com o nome do colégio e a logo da Polícia Militar. Falta apenas a finalização da caixa d’água do colégio, que nas próximas semanas estará sendo concluída”, explica o tenente-coronel Peterson do Livramento, diretor-geral da unidade.

A caixa d’água foi um dos motivos do atraso na entrega da obra, devido à discussões entre Iphan e a construtora sobre as dimensões do equipamento. Encerrada a restauração, o prédio será repassado para a estrutura administrativa da Polícia Militar.

“Os alunos terão uma grande surpresa de ter um colégio inovador em estrutura, instalação e principalmente nos laboratórios de ciências, que estamos em fase final de aquisição de equipamentos. Vamos encontrar uma instalação digna e de ponta para a nossa cidade de Laguna”, acrescenta.

Primeiro ano foi positivo

Após o primeiro mês de aulas, em fevereiro, o colégio, assim como as demais unidades escolares do estado, teve de suspender as atividades letivas e migrar para a plataforma de ensino virtual devido à pandemia do novo coronavírus. Apesar desse desafio, Livramento avalia o ano como positivo.

“Toda a nossa equipe de profissionais civis e militares conseguiu criar uma metodologia própria e adaptada à pandemia sem perder a qualidade do ensino que prezamos tanto. Uma questão peculiar do colégio é que valorizamos que os nossos alunos tenha, a vivência militar e, apesar de fazer isso remotamente, nós conseguimos fazer com que eles não tivessem prejuízo nessa parte”.

Segundo o tenente-coronel, os pais também têm demonstrado aprovação ao método de ensino militar e parte desse retorno é confirmada pela busca pelas novas matrículas, realizadas no fim do ano passado. “A procura foi bastante alta, considerando que só temos uma porta de entrada para o colégio, através do sexto ano. Se o colégio oferecesse todas as séries, teríamos um volume muito grande. Como só tem o sexto, pode parecer que a procura foi pequena, mas foi um número expressivo considerando esse fator”, observa.

As aulas no colégio seguirão o plano de retorno do ano letivo definido pelo governo do Estado, cuja previsão inicial é voltar em 18 de fevereiro. No primeiro momento, o ensino será feito de forma híbrida, com parte dos alunos em sala de aula e parte em suas residências, principalmente àqueles que fazem parte dos grupos de risco mais suscetível à contaminação pelo novo coronavírus.

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