Foto: Elvis Palma/Agora Laguna

Anunciada pelo governador Carlos Moisés da Silva (PSL) em fevereiro, a dragagem de recuperação da profundidade e calado do berço de atracação do Porto de Laguna deve sair do papel em agosto. A previsão é da SCPar, autarquia estadual que faz a administração da estrutura portuária, trazida para o governo catarinense em setembro de 2019.

Ao todo, a operação custará R$ 485 mil aos cofres do Estado e será efetuada pela empresa Dredging & Marine Speciality Eireli (DMS), de Florianópolis, vencedora da licitação realizada no início de março.

De acordo com a SCPar, todas as licenças ambientais para a execução da operação de dragagem foram obtidas e que a operação só não foi iniciada para não prejudicar a pesca. “Por precaução, nenhuma obra será realizada durante o período da safra da tainha, até 1º de agosto, isto para evitar qualquer impacto na integração boto – pescadores, tão tradicional na cidade de Laguna”, explicou a assessoria da empresa em resposta a questionamentos enviados pela reportagem do Portal Agora Laguna.

Quando anunciou a autorização para a licitação, Moisés tratou a obra como uma “semente”. “Queremos chegar a um calado de 5,5 metros, que vai possibilitar a chegada de qualquer tipo de embarcação, inclusive atuneiros. Vamos agregar valor a esse equipamento público”, disse na época, prevendo os objetivos da operação.

Área a ser dragada – Foto: Google Earth/Repordução/SCPar