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Conhecido como o santo que cura os males da garganta, São Brás é o padroeiro da comunidade de Ribeirão Pequeno. Entre os dias 2 e 9 de fevereiro, moradores e visitantes prestam homenagens ao santo, também chamado, segundo a tradição, quando alguém se engasga.

A programação incluí a escolha das princesas e rainha da festa, além de procissão, carreata e missa novena na igreja do distrito.Todas as noites haverá movimento de barracas. No sábado, 8, o baile festivo será com a Banda Desejo e com entrada gratuita.

Confira a programação

Domingo 02/02

18h – Apresentação das candidatas à rainha da festa
19h – Missa celebrada pelo padre Carlos Weck
Liturgia e cantos: Terço dos Homens
Logo após, no salão paroquial, bingão

Segunda 03/02 – Dia do Padroeiro

18h – Procissão saindo da capela na Coloninha
19h – Missa celebrada pelo padre Carlos Weck, com benção da garganta
Liturgia e cantos: Coral São Brás

Terça 04/02

19h – Missa celebrada pelo padre Carlos Weck
Liturgia: Apostolado da Oração local
Cantos: Jaison Bananal

Quarta 05/02

19h – Missa celebrada pelo padre Carlos Weck
Liturgia e cantos: Catequese local

Quinta 06/02

19h – Missa celebrada pelo padre Carlos Weck
Liturgia e cantos: Congregação Mariana local

Sexta 07/02

19h – Missa celebrada pelo padre Carlos Weck
Liturgia: Família Margarida Oliveira
Cantos: Grupo de Irmãos de Tubarão

Sábado 08/02

20h -Transladação motorizada saindo da comunidade de Morro Grande. Na chegada, queima de fogos e condecoração das princesas e rainha da festa. Em seguida, missa celebrada pelo padre Carlos Weck
Liturgia: Grupos de família, locais
Cantos: Coral Santa Bárbara de Caputera
Em seguida, baile com a Banda Desejo, com entrada franca

Domingo 09/02

10h30 – Missa festiva celebrada pelo padre Carlos Weck
Liturgia: Local
Cantos: Coral São Brás
12h – Tradicional almoço
15h – Sorteio da rifa
16h – Procissão e benção do Santíssimo
17h – Soirée com a Banda Desejo, entrada franca

Saiba mais

São Brás ficou famoso porque retirou de uma criança, sem nenhum instrumento um espinho que o mesmo tinha na garganta. Por isso é considerado padroeiro das doenças da garganta.

Nasceu em Sebate, cidade da Armênia, no fim do século III. Era médico, mas abandonou para se dedicar às obras de Deus. Sofreu perseguição e martírio. Segundo pesquisadores teve uma morte cruel. Teria sido pendurado num andaime e com pentes de ferro descarnaram-lhe os ossos e depois degolado.