Moradores do distrito de Ribeirão Pequeno se reúnem pedindo mais segurança para as comunidades

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on email
Share on telegram

 104 visualizações,  4 views today

Com o objetivo de dar um basta aos constantes registros de furtos, roubos, perturbação de sossego e outros crimes, moradores se reuniram no salão paroquial do distrito de Ribeirão Pequeno, na noite desta segunda-feira, 05.

A gota d’água foram dois furtos registrados no último final de semana, quando petrechos de pescadores foram levados por criminosos. Líderes comunitários, moradores, imprensa e a coordenação do programa Rede de Vizinhos, debateram as ações e medidas que deverão ser tomadas nos próximos dias.

“Isso não aconteceu apenas na semana passada. Já se arrasta há anos e a gente foi levando. Hoje a população está amedrontada e chegou a hora de agir”, salienta Willian Castro, presidente do Conselho Comunitário, ao abrir a reunião.

Cerca de 60 pessoas participaram do encontro e devem, em breve, procurar as autoridades para cobrar as ações.  “Com a diminuição do efetivo da Polícia Militar (PM), a criminalidade aumenta e isso afeta nosso trabalho. Seja de um furto de passarinho, de petrechos de pesca ou outro crime, tudo isso a gente precisa de informação”, citou o coordenador da Rede de Vizinhos, Evandro Farias, apontando dados da PM onde há casos em que não são registradas as ocorrências, o que impede a dimensão correta do problema.

Para o ex-vereador Aderbal Moreira Cardoso, morador de Bananal, “essa mobilização é importantíssima para mostrar a preocupação das pessoas e o quanto estão sentindo saudades do tempo em que se dormia com janela aberta, sabendo que nada de ruim aconteceria”.

Durante a reunião, ficou acordado que uma comissão deverá ser formada e ofícios serão encaminhados à prefeitura, além dos comandos das polícias Militar e Civil de Laguna. “Eu penso que a ronda policial diária é fundamental, pois inibe as possíveis ações de criminosos”, destaca o professor Laércio Vitorino.

Outros encontros serão agendados para buscar outras soluções e atualizar a situação das demandas encaminhadas às autoridades.

“O povo está sofrendo ameaças e penso que as pessoas também tinham que se impor mais, para manter a linha de respeito na comunidade”, disse uma moradora.

Foto: Elvis Palma/Agora Laguna

 

Notícias relacionadas