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A situação da Guarda Municipal de Laguna (GML), continua sem solução. Os profissionais anunciaram estado de greve com vigência a partir desta sexta, 05, e desde então estão em negociação com a prefeitura.

Na notificação entregue ao executivo lagunense, os agentes solicitaram reajuste salarial, revogação de decreto e pagamento de horas extras, entre outras. As reivindicações já vêm sendo feitas há alguns meses pelos profissionais.

Em resposta ao documento da GML, o jurídico da prefeitura de Laguna, declarou não reconhecer o movimento grevista por considerá-lo ilegal, baseado em entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF). A municipalidade “tomará todas as medidas legais possíveis previstas em lei e suspenderá o pagamento dos servidores que aderirem ao movimento grevista iniciado nesta data”, diz texto do ofício encaminhado ao Sindicato dos Guardas Municipais do Estado de Santa Catarina (Sindiguardas).

Já o sindicato da categoria, em resposta à contra-notificação, informou que até o dia 15 deste mês (segunda-feira), está suspenso o estado grevista, visando novas negociações. Porém, os guardas voltam a realizar apenas as atividades administrativas em sua sede localizada no loteamento Laguna Internacional.

Prefeitura responde notificação

Em documento enviado pelo procurador-geral do município Antônio dos Reis ao Sindiguardas, a prefeitura listou suas considerações acerca das reivindicações dos agentes. Confira:

Contraponto 

O Sindiguardas enviou resposta à contranotificação da prefeitura onde informa a suspensão da greve por quinze dias para atividades administrativas, mas mantém as negociações. Leia na íntegra o documento: